terça-feira, 18 de outubro de 2011

China pede uma 'reflexão' sobre 'Ocupe Wall Street'

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

O Ministério das Relações Exteriores da China disse que os protestos mundiais em apoio ao movimento "Ocupe Wall Street" geraram uma "reflexão" importante.
"Acreditamos que há muitas questões aí sobre as quais as pessoas deveriam pensar", disse o porta-voz do ministério chinês, Liu Weimin.
A China é uma ditadura que não permite protestos, mas está em guerra verbal com os EUA por conta da cotação de sua moeda.
Weimin ponderou, porém, que a reflexão deve ser focada para garantir a continuidade do crescimento econômico mundial.
Apesar das declarações favoráveis das autoridades e da mobilização de militantes em redes sociais, não aconteceram manifestações em solidariedade ao "Ocupe Wall Street" em território chinês, com exceção de Hong Kong.
Os "indignados" de Wall Street estão acampados há um mês no parque Zuccotti, em Nova York. O movimento já conseguiu mobilizar a opinião pública mundial e angariar US$ 300 mil, apesar de não ter uma demanda específica. No último fim de semana, atos de apoio foram registrados em 82 países.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu aos líderes políticos que escutem a mensagem propagada pelos manifestantes.

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