sexta-feira, 10 de junho de 2011

Cubanos e americanos não são tão diferentes

Beisebol, jazz, hábitos alimentares são pontos comuns; EUA poderiam ajudar mais a população da ilha se acabassem com o embargo econômico que já dura meio século.


COURTLANDMILLOY
THE WASHINGTON POST 

Recentemente, visitei Havana com um grupo de jornalistas dos EUA. Os cubanos nos acolheram gentilmente. Jantamos em casas de agentes comunitários e conversamos sobre desigualdades sociais em Cuba. Também nos reunimos com Johana Tablada, vice-diretora do Departamento de Assuntos Americanos do Ministério do Exterior cubano, que nos ofereceu um chá e uma análise da vida de luxo que experimentou quando viveu na casa de amigos em um bairro rico da capital americana. “Ouçam, talvez vocês tenham dez marcas de cereal e cem opções de roupas”, disse ela. “Mas não sinto falta disso quando estou aqui. Na hora do almoço, aproveito para ver minha mãe. Em Washington,as pessoas não param, não olham o que ocorre em volta. Sempre existe alguma coisa para consumir, que também consome a sua vida.”

Publicada n' O Estado de São Paulo, 10/06/2011

Leia a reportagem completa: clique aqui.

Nenhum comentário: